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Um campo minado armado nessa mesma geração,
permanece abaixo dos pés, pisoteado a cada novo julgamento.
nos que perambulas às ruas, há uma bomba escondida,
uma a uma conectadas numa reação em cadeia.
alias, presos é que não estão e, ao que parece,
todo dia nasce um novo ponto, um latão armado
e mal-criado sem amor, cheio, cheio de pedaços e
fragmentos prontos para ferir com a mesma força
com que se ferem nas ruas.
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
terça-feira, 21 de outubro de 2008
MARGINAIS
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À rua, segura qualquer alma vagante,
espreita severo semblante de um curioso
olhar. O sonho adormecido se esgota ante
a realidade, efêmero a qualquer acontecimento.
Sobrevive ao frio cotidiano e se enche como
o azul no oceano. Liberta assim esse seu
caminho na rua escura minha criança e
mergulha na vida que cresce nessa cidade perdida.
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À rua, segura qualquer alma vagante,
espreita severo semblante de um curioso
olhar. O sonho adormecido se esgota ante
a realidade, efêmero a qualquer acontecimento.
Sobrevive ao frio cotidiano e se enche como
o azul no oceano. Liberta assim esse seu
caminho na rua escura minha criança e
mergulha na vida que cresce nessa cidade perdida.
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