Mostrando postagens com marcador video. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador video. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
IRREAL DEMAIS
se repetiu aquele sonho obscuro
nunca havia visto teu rosto
ao que sua feição não me parece estranha
é que para mim você nunca existiu
pelo enredo desconexo e duradouro
daqueles minutos de sono intermináveis
o começo meio e fim de um romance
transe sem endereço com uma transa no meio
uma trama que me joga assustado à lucidez
da manhã corrida e do horário atrasado
seu tamanho, forma e força pareciam hipereais
demais até para minha própria imaginação
.
nunca havia visto teu rosto
ao que sua feição não me parece estranha
é que para mim você nunca existiu
pelo enredo desconexo e duradouro
daqueles minutos de sono intermináveis
o começo meio e fim de um romance
transe sem endereço com uma transa no meio
uma trama que me joga assustado à lucidez
da manhã corrida e do horário atrasado
seu tamanho, forma e força pareciam hipereais
demais até para minha própria imaginação
.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
VIDEO TAPE
.
escrevo um roteiro sobre minha vida
nele, cada cena é um drama disfarçado
sorrio acanhado enquanto me desvendo
nas linhas que sucedem,
finjo saber o que acontece
e descanço até que me esqueço,
do texto, do meu pretexto,
do contexto
despido de tudo,
ouço um barulho
à porta está alguém,
sempre tem alguém
que incomoda,
na subjetiva meu arbítrio
onde termino cada recomeço
é o pretexto
o meu texto.
sei qual é o fim,
um rumo escrito
numa árvore no inverno
sem sol, mas com a luz da manhã
até o brilho da luz nua
no meu filme secreto.
o sol,
a lua,
o sol,
a lua...
onde mais assisto a tudo isso,
fica entre as quatro paredes verdes,
ao meio tom de luz onde assim,
o que me seduz parece,
só parece se esconder.
apenas um videotape
nada de película
a camada fina está esburacada,
mas fico feliz com isso.
.
escrevo um roteiro sobre minha vida
nele, cada cena é um drama disfarçado
sorrio acanhado enquanto me desvendo
nas linhas que sucedem,
finjo saber o que acontece
e descanço até que me esqueço,
do texto, do meu pretexto,
do contexto
despido de tudo,
ouço um barulho
à porta está alguém,
sempre tem alguém
que incomoda,
na subjetiva meu arbítrio
onde termino cada recomeço
é o pretexto
o meu texto.
sei qual é o fim,
um rumo escrito
numa árvore no inverno
sem sol, mas com a luz da manhã
até o brilho da luz nua
no meu filme secreto.
o sol,
a lua,
o sol,
a lua...
onde mais assisto a tudo isso,
fica entre as quatro paredes verdes,
ao meio tom de luz onde assim,
o que me seduz parece,
só parece se esconder.
apenas um videotape
nada de película
a camada fina está esburacada,
mas fico feliz com isso.
.
Assinar:
Comentários (Atom)